No trimestre móvel encerrado em julho de 2025, a taxa de desemprego ficou em 5,6%, o menor da série histórica iniciada em 2012.
Este recuo é em relação ao trimestre anterior (que marcava 5,8%) e indica uma forte melhora no mercado de trabalho.
O contingente de pessoas desocupadas ficou em cerca de 6,118 milhões, o menor desde o final de 2013.
A população ocupada bateu recorde: cerca de 102,4 milhões de pessoas trabalhando.
Empregos com carteira assinada (setor privado) também atingiram novo recorde: cerca de 39,1 milhões.
A taxa de informalidade foi de cerca de 37,8%, levemente menor que no trimestre anterior.
O fato de o desemprego estar no menor nível da história recente indica um mercado de trabalho mais aquecido e com menos pessoas procurando emprego.
A formalização de postos de trabalho (carteira assinada) em patamar recorde sugere melhor qualidade do emprego, não apenas quantidade.
Menor informalidade ajuda a dar mais segurança trabalhista e efeitos positivos no consumo, renda e economia.
No entanto, mesmo com esses números positivos, ainda é importante observar aspectos como salário real, qualidade do emprego, e se a informalidade continua elevada para alguns grupos específicos.
A série histórica do IBGE começa em 2012 para esses dados, então “menor da história” refere-se a esse período.
Mesmo com a taxa baixa, 6,1 milhões de pessoas ainda estavam desocupadas — o número absoluto ainda é expressivo.
A informalidade, embora tenha recuado, continua acima de 35% — o que indica parcela relevante do mercado sem vínculo formal.
Variações sazonais podem afetar os resultados de trimestre para trimestre: época do ano, contratações temporárias, etc.
Esse tipo de dado apresenta uma fotografia do trimestre, não garante que o ritmo se mantenha automaticamente nos próximos meses.


