A Inpasa, que já opera no Brasil (e é destacada no setor de etanol de grãos), anunciou que construirá sua primeira unidade em Goiás, no município de Rio Verde.
O anúncio oficial foi feito em julho de 2025, com confirmação de evento de “pedra fundamental” em outubro de 2025.
O valor do investimento está em torno de R$ 2,4 – 2,5 bilhões.
A planta está prevista para entrar em operação até o final de 2026.
Capacidade estimada: processar até 35 mil toneladas de milho e sorgo por dia.
Armazenagem de grãos planejada: até 6,2 milhões de toneladas.
Absorção da produção local: mais de 2 milhões de toneladas de milho da safra goiana.
Geração de emprego: estimados 2.700 a 3.000 empregos diretos e indiretos.
Produção e derivados: segundo o anúncio de outubro, a planta será capaz de gerar cerca de 1 bilhão de litros de etanol hidratado, cerca de 490 mil toneladas de ração proteica, entre outros sub-produtos.
Para Rio Verde e região: o novo investimento deve impulsionar a agroindústria local, atrair fornecedores, gerar emprego e renda. O prefeito da cidade destacou “novas oportunidades … fortalecer ainda mais o agronegócio goiano”.
Para Goiás: mostra a vocação estadual para biocombustíveis, agronegócio e logística, aproveitando a matéria-prima abundante (milho, sorgo) e infraestrutura.
Para o setor de etanol e energia renovável: este tipo de instalação reforça a presença de biorrefinarias de milho/grãos como alternativa à cana-de-açúcar e reforça a cadeia de valor no interior agrícola.
O cronograma prevê inauguração até o final de 2026 — construções desse porte podem ter ajustes (tempos, licenciamento, custos).
O dado de “2,4 bilhões” versus “2,5 bilhões” mostra que o valor ainda está sendo afinado.
O governo estadual e municipal estão envolvidos nas negociações — mudanças políticas ou regulatórias podem influenciar.
A força da planta depende de logística (transporte, escoamento de grãos/etanol), matéria-prima (colheita de milho/sorgo) e de mercado de etanol (preços, demanda, política de biocombustíveis).


