Um bebê chamado Matheus Gabriel, filho de Queidy Araújo de Oliveira, nasceu em Nerópolis, Goiás.
A mãe utilizava um DIU de cobre como método contraceptivo há cerca de dois anos.
Mesmo com o DIU “bem posicionado” (normoposicionado) e com acompanhamento médico (ultrassom de rotina etc.), ela engravidou.
Durante a gestação, houve complicações tais como sangramentos e descolamentos, e o DIU não pôde ser retirado sem risco para o bebê.
Ao nascer, o bebê apareceu em um vídeo segurando o DIU com a mãozinha. A médica responsável, Dra. Natália Rodrigues, fez uma publicação dizendo:
“Segurando meu troféu de vitória: o DIU que não deu conta de mim!” Jornal Opção+1
O bebê nasceu saudável.
O DIU de cobre tem uma taxa de falha de cerca de 0,6%.
Já o DIU hormonal teria taxa ainda menor, cerca de 0,2%.
Mesmo quando usado corretamente, nenhum método contraceptivo é absolutamente infalível. Este caso exemplifica bem isso.
A situação é rara, mas não impossível. Dispositivos intrauterinos falham em uma pequena porcentagem dos casos.
A decisão de remover ou não o DIU durante a gravidez depende dos riscos para o feto e para a gestante. No caso, retirado poderia prejudicar o bebê.
O registro desse momento viralizou, o que chama atenção para a importância de informação clara sobre métodos contraceptivos: usos, benefícios, riscos, taxas de falha.


